Os objectos da Arte Contemporânea parecem muitas vezes estranhos e distantes daqueles de antigamente, sobre os quais podiamos realmente dizer: "ah! Isto sim é arte! É bonito e está bem feito!".
A verdade é que o belo, o superior ou o transcendente há já muito tempo que deixaram de ser uma preocupação para a Arte.
Porque? Que transformações foram essas que fizeram com que hoje em dia se possa chamar arte a um quadro todo branco ou a um urinol invertido a que o artista chamou "fonte"?
Nas aulas de Expressão Visual, o grupo de alunos da turma do 1º ano de Animação Sociocultural está precisamente a descobrir quais são os valores que os artistas actuais procuram representar e quais os critérios de hoje para a definição de arte.
Esta visita de estudo a Serralves realizada no passado dia 9 de Março, proporcionou um contacto (para vários alunos foi mesmo o primeiro) com as novas - e por vezes estranhas - linguagens da arte contemporânea, que, mais do que explicada, tem mesmo que ser experimentada.
Vimos as exposições de LOURDES CASTRO, com as suas pesquisas sobre a sombra de flores, pessoas e objectos, e de MANUEL ZIMBRO, com um Teatro de Sombras entre outros dos seus trabalhos.
... E afinal tudo tem a sua lógica.
A verdade é que o belo, o superior ou o transcendente há já muito tempo que deixaram de ser uma preocupação para a Arte.
Porque? Que transformações foram essas que fizeram com que hoje em dia se possa chamar arte a um quadro todo branco ou a um urinol invertido a que o artista chamou "fonte"?
Nas aulas de Expressão Visual, o grupo de alunos da turma do 1º ano de Animação Sociocultural está precisamente a descobrir quais são os valores que os artistas actuais procuram representar e quais os critérios de hoje para a definição de arte.
Esta visita de estudo a Serralves realizada no passado dia 9 de Março, proporcionou um contacto (para vários alunos foi mesmo o primeiro) com as novas - e por vezes estranhas - linguagens da arte contemporânea, que, mais do que explicada, tem mesmo que ser experimentada.
Vimos as exposições de LOURDES CASTRO, com as suas pesquisas sobre a sombra de flores, pessoas e objectos, e de MANUEL ZIMBRO, com um Teatro de Sombras entre outros dos seus trabalhos.
... E afinal tudo tem a sua lógica.
