Breve historial da participação da EPPS nos festivais robóticos.
“A verdade é filha legítima da justiça; Porque a justiça dá a cada um o que é seu .”
Padre António Vieira
Ropsteam, nome sabiamente atribuído à equipa que primeiro participou num festival robótico em 2003 em Lisboa no velho edifício da FIL em Belém. O nosso robot construído e programado pelos nossos bravos rapazes, foi abalroado pelo calcanhar cego de um rival, coincidência ou não!!! Após uma muita boa participação no ensaio geral.
Destruição total dos censores. Uma reparação relâmpago com a ajuda solidária da equipa do ISEP e outras. O nosso robot nunca mais funcionou a 100%,e lá participou a pé coxinho e obteve o prémio do robot mais elegante do certame.
Como é apanágio desta Escola: ”Nunca abandonar os nossos objectivos”, a partir desta brilhante participação marcamos presença em todos os festivais que se seguiram, Regionais e Nacionais. Os bonecos são fabricados e programados pela rapaziada de Electrónica. Os Robots de” Busca e Salvamento”, são aqueles que mais adesões conseguiram ao longo dos tempos, na EPPS.
Segue-se o futebol robótico.
Num dos últimos festivais, obtivemos um honroso 4º lugar. Começamos também a dar os primeiros passos na “Dança Robótica”.
Como não há bela sem senão, e sem querer mais do que nos é devido, é notório uma pequena desilusão nas nossas jovens equipas, fruto de algumas “injustiças” nos certames Nacionais.
Ganham os que levam robots não criados, nem construídos pelas equipas participantes.
Pistas de busca e salvamento, feitas à medida, para determinadas participações, quando deviam ser estandardizadas.
Não desistimos. Somos pequenos, não chegamos para os maiores, mas nunca nos rendemos, vamos continuar.
Não tememos o castigo da ambição, somos modestos, empreendedores e sobretudo bons técnicos de electrónica. Hoje é impossível imaginar a EPPS sem robótica. O espírito Ropsteam está em todo o lado, pisca-nos o olho, convida-nos a participar.
Nós jovens electrónicos deixamo-nos prender no emaranhado dos fios coloridos de ligação.
Criar um boneco roborizado é uma arte, a arte de seduzir e convencer com uma combinação de elementos diversos, que cativam a atenção dos admiradores da robótica. “O meu robot é mais belo e eficaz que o do meu vizinho.”.
Programa-lo é um prazer e uma magia de processos infindáveis e de horas sem dormir.
São algoritmos a martelar os nossos subconsciente até atingirmos o objectivo principal, pôr o robot a seguir a pista, com a eficácia possível e a credibilidade alcançada.
Só com um árduo trabalho, conseguiremos obter do nosso produto final,”O robot”, as qualidades por nós imaginadas.
Depois, é só competir, o importante é participar. Os robóticos da EPPS