Paradoxos
“Não há erros neste trabalho, excepto este”
INTRODUÇÃO
As primeiras referências da palavra “paradoxo” remontam à Renascença, um período acelerado no pensamento científico na Europa e Ásia, que começou por volta do ano 1500. As primeiras formas da palavra tiveram por base a palavra latina ‘paradoxum’, mas também são encontradas em textos gregos como ‘paradoxon’. O termo é composto por o prefixo ‘para’, que quer dizer “contrário a” ou “oposto de” e o sufixo nominal ‘doxa’ que significa “opinião”.
Por tanto, no sentido amplo, «paradoxo» significa: «contrário à opinião comum ou à opinião admitida como válida».
Em Filosofia, paradoxo designa o que é aparentemente contraditório, mas que apesar de tudo tem sentido.
Em Física podem ser observados muitos comportamentos paradoxais (por exemplo o principio da incerteza de Heisenberg da teoria quântica) e outros podem ser atribuídos ocasionalmente às limitações da linguagem e dos modelos científicos.
Em Matemática fala-se muitas vezes de paradoxo matemático ou paradoxo lógico, ou seja, de uma contradição deduzida no seio dos sistemas lógicos e das teorias matemáticas.
Um paradoxo lógico consiste em duas proposições contrárias ou contraditórias obtidas conjuntamente a partir de argumentos que não se revelam incorrectos fora do contexto particular que gera o paradoxo. Ou seja, a partir de premissas geralmente aceites, é (pelo menos aparentemente) possível, em certas condições específicas, inferir duas proposições que, ou afirmam exactamente o inverso uma da outra, ou não podem ser ambas verdadeiras.
Muitos paradoxos dependem de uma suposição essencial: que a linguagem, seja ela falada, visual ou matemática pode alterar a forma da realidade que descreve.
No entanto, as fronteiras do conceito de paradoxo não estão muito bem definidas. As ideias de conflito ou de dificuldade insuperável parecem acompanhar de forma estável a ideia de paradoxo.
Os paradoxos são conhecidos e discutidos desde a antiguidade e o seu aparecimento tem impulsionado, em vários casos, um estudo mais rigoroso e profundo dos fundamentos científicos, auxiliando significativamente o progresso da Filosofia, da Matemática e de outras ciências.
Muitos paradoxos dependem de uma suposição essencial: que a linguagem, seja ela falada, visual ou matemática pode alterar a forma da realidade que descreve.
No entanto, as fronteiras do conceito de paradoxo não estão muito bem definidas. As ideias de conflito ou de dificuldade insuperável parecem acompanhar de forma estável a ideia de paradoxo.
Os paradoxos são conhecidos e discutidos desde a antiguidade e o seu aparecimento tem impulsionado, em vários casos, um estudo mais rigoroso e profundo dos fundamentos científicos, auxiliando significativamente o progresso da Filosofia, da Matemática e de outras ciências.

