No dia 20 de Novembro de 2008, a turma do 3º ano do Curso de Animador Sociocultural, realizou uma visita de estudo ao Espaço T, situado na Cidade do Porto.
Foi num espírito de convívio e entusiasmo que, enquanto nos lançávamos em mais uma descoberta, fomos descodificando formas de estar e trabalhar, sobretudo num ano em que a intensidade de trabalho, marcado pela PAP e pela PCT se mistura com a ansiedade e saudade de um percurso que se encontra perto do fim… ou melhor perto do início de um novo percurso…
A Visita decorreu de forma bastante informal o que permitiu, à equipa de futuros Animadores Socioculturais, percepcionar a realidade desta Associação, ao nível das práticas de intervenção social, cultural, educativa, lúdica e artística.
Foi num espírito de convívio e entusiasmo que, enquanto nos lançávamos em mais uma descoberta, fomos descodificando formas de estar e trabalhar, sobretudo num ano em que a intensidade de trabalho, marcado pela PAP e pela PCT se mistura com a ansiedade e saudade de um percurso que se encontra perto do fim… ou melhor perto do início de um novo percurso…
A Visita decorreu de forma bastante informal o que permitiu, à equipa de futuros Animadores Socioculturais, percepcionar a realidade desta Associação, ao nível das práticas de intervenção social, cultural, educativa, lúdica e artística.
Num espírito de observação atenta e participada e, em transversalidade com o trabalho de pesquisa e análise previamente realizado, foi possível visitar os diversos espaços que constituem o Espaço T, compreendendo as suas finalidades e contactando in loco com algumas práticas socioculturais, tais como exposições de arte contemporânea e áreas de acção oficinal.
Para uma compreensão mais detalhada das finalidades e âmbitos do Espaço T, o Técnico – Dr. Nuno Ferreira, responsável pelo departamento lúdico- terapêutico e de Animação, convidou os alunos a assistirem a uma pequena sessão onde se apresentaram actividades já desenvolvidas pelo Espaço T (a partir de pequenos vídeos e mostras em PowerPoint) e que, em muito, se centralizam nas práticas de Animação Sociocultural.
Durante e após esta exposição os alunos puderam levantar questões, que prepararam previamente e que procuravam sobretudo, explorar os possíveis papeis de um Animador Sociocultural numa Instituição como o Espaço T.
Podemos pois afirmar, que este contacto com um espaço marcado pela novidade e criatividade permitiu, aos futuros Animadores, imaginar a sua integração profissional onde irão aplicar e consolidar muitas das aprendizagens adquiridas ao longo da sua formação.
De facto a visita revelou-se bastante enriquecedora pois, tal como referiram os alunos, enquanto rumávamos para a Escola “assim é possível abrirmos os nossos horizontes… ver coisas e formas diferentes de intervenção”.
Esta era aliás a orientação principal da Visita, pelo que estamos em crer que, práticas formativas desta natureza, que apelam à pesquisa, análise, contacto, partilha e reflexão se impõem na formação de técnicos como o Animador Sociocultural em que, a polivalência de competências e saberes se adquire por meio de estratégias, métodos e fontes diversas.
Terminado este desafio e debatidas as suas virtualidades rumamos agora para outros caminhos, sempre na procura de Ser e Saber Ser Animador Sociocultural.
Para uma compreensão mais detalhada das finalidades e âmbitos do Espaço T, o Técnico – Dr. Nuno Ferreira, responsável pelo departamento lúdico- terapêutico e de Animação, convidou os alunos a assistirem a uma pequena sessão onde se apresentaram actividades já desenvolvidas pelo Espaço T (a partir de pequenos vídeos e mostras em PowerPoint) e que, em muito, se centralizam nas práticas de Animação Sociocultural.
Durante e após esta exposição os alunos puderam levantar questões, que prepararam previamente e que procuravam sobretudo, explorar os possíveis papeis de um Animador Sociocultural numa Instituição como o Espaço T.
Podemos pois afirmar, que este contacto com um espaço marcado pela novidade e criatividade permitiu, aos futuros Animadores, imaginar a sua integração profissional onde irão aplicar e consolidar muitas das aprendizagens adquiridas ao longo da sua formação.
De facto a visita revelou-se bastante enriquecedora pois, tal como referiram os alunos, enquanto rumávamos para a Escola “assim é possível abrirmos os nossos horizontes… ver coisas e formas diferentes de intervenção”.
Esta era aliás a orientação principal da Visita, pelo que estamos em crer que, práticas formativas desta natureza, que apelam à pesquisa, análise, contacto, partilha e reflexão se impõem na formação de técnicos como o Animador Sociocultural em que, a polivalência de competências e saberes se adquire por meio de estratégias, métodos e fontes diversas.
Terminado este desafio e debatidas as suas virtualidades rumamos agora para outros caminhos, sempre na procura de Ser e Saber Ser Animador Sociocultural.

